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Mapeamento das práticas corporais oferecidas no território do IFSP

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  Existe ainda hoje uma relação fortíssima entre colonialidade e educação. Nesse contexto, os conhecimentos valorizados, mesmo que não oficialmente em todas as áreas, são aqueles que vêm da colonialidade europeia. Porém, é justamente nesse cenário que nasce a pedagogia decolonial, ou seja, o interesse dos professores e das professoras em organizar práticas político-pedagógicas inspiradas pela produção de conhecimento dos autores e das autoras do sul global (SOUSA SANTOS; MENESES, 2010), buscando uma educação intercultural, feminista e antirracista.    Para o ano de 2020, iniciamos o projeto realizando leituras sobre a pedagogia decolonial, com a referência de Oliveira e Candau (2010) e a questão de gênero, raça e poder, com o artigo produzido por Gomes (2019). Refletimos, a partir desses estudos, sobre a descolonização do currículo, os direitos humanos e marcadores sociais identitários que influenciam a sociedade contemporânea.    Na compreensão de Tavares...

Apresentação de projeto

Sobre os Projetos de Ensino e seu professor orientador: Práticas corporais e marcadores sociais: tematizando experiências com danças, lutas, esportes, ginásticas, jogos e brincadeiras no IFSP , por Daniel Teixeira Maldonado Esse projeto possui como objetivo analisar as práticas corporais de diferentes culturas espalhadas pelo mundo. Assim, uma bolsista do curso de Licenciatura em Matemática do IFSP, em conjunto ao docente de Educação Física da instituição, pesquisam sobre essa temática, criando estratégias didáticas para que os jovens do Ensino Médio vivenciem, durante as aulas do referido componente curricular, os gestos dos jogos, das brincadeiras, das danças, das lutas, dos esportes e das ginásticas. Além disso, a produção cultural, as diferenças étnicas e a identidade das pessoas que realizam essas práticas corporais são problematizadas durante as aulas, para potencializar a formação de uma sociedade crítica, emancipada e solidária.